quinta-feira, 30 de agosto de 2012
V Dúvida sobre anticoncepcional e pílula do dia seguinte
Não consigo responder todos os comentários pelo blog, apenas por email.
Fiquem tranquilas pois todas receberão resposta o mais rápido possível, e por favor, ao encaminhar o email, me informem o melhor possível sobre a situações de vocês. Quanto mais detalhes, melhor.
Beijinhos, Aline.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
IV Dúvida sobre anticoncepcional e pílula do dia seguinte
Não consigo responder todos os comentários pelo blog, apenas por email.
Fiquem tranquilas pois todas receberão resposta o mais rápido possível, e por favor, ao encaminhar o email, me informem o melhor possível sobre a situações de vocês. Quanto mais detalhes, melhor.
Beijinhos, Aline.
sábado, 7 de julho de 2012
Dúvida sobre anticoncepcional e pílula do dia seguinte - III
Olá pessoal! Estou recebendo MUITOS comentários diariamente, para agilizar e garantir a resposta de todas, gostaria de pedir que você me encaminhassem as dúvidas para o meu e-mail: efeitosaude@yahoo.com.br.
Não consigo responder todos os comentários pelo blog, apenas por email.
Fiquem tranquilas pois todas receberão resposta o mais rápido possível, e por favor, ao encaminhar o email, me informem o melhor possível sobre a situações de vocês. Quanto mais detalhes, melhor.
Beijinhos, Aline.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Dúvida sobre anticoncepcional e pílula do dia seguinte - II
Não consigo responder todos os comentários pelo blog, apenas por email.
Fiquem tranquilas pois todas receberão resposta o mais rápido possível, e por favor, ao encaminhar o email, me informem o melhor possível sobre a situações de vocês. Quanto mais detalhes, melhor.
Beijinhos, Aline.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Fritura em azeite ou óleo de girassol não eleva risco cardíaco, diz estudo
Mas isso não quer dizer que refeições frequentes compostas de frituras não terão consequências para a saúde, aleram cientistas
Um estudo de pesquisadores espanhóis afirmou que fritar alimentos com azeite de oliva ou óleo de girassol não faz mal para o coração.
O estudo da Universidade Autônoma de Madri não achou correlação entre frituras com estes dois tipos de óleo ricos em gordura não-saturada e problemas cardíacos ou mortes prematuras.
Óleo de oliva: pesquisa não encontrou relação entre consumo de fritura usando ele e doenças cardíacas
Em um artigo na revista científica online BMJ.com, os pesquisadores alertaram, entretanto, que as conclusões não se aplicam a outros óleos de cozinha, como os óleos de origem animal.
Quase 41 mil adultos, residentes em cinco diferentes regiões da Espanha e hábitos alimentares variados, foram acompanhados ao longo de 11 anos. Eles deram detalhes sobre sua dieta em uma semana típica, incluindo a forma como preparavam e cozinhavam os alimentos. No início da pesquisa, nenhum deles tinha sinais de doença cardíaca. Ao fim do período, tinham ocorrido 606 incidentes relacionados a problemas cardíacos e 1.134 mortes.
Quando os pesquisadores analisaram os detalhes dos incidentes, não encontraram qualquer ligação destes com o consumo de alimentos fritos, e isso, segundo os especialistas, se deve ao tipo de óleo usado na fritura, no caso azeite e óleo de girassol.
Dieta mediterrânea
Não é de hoje que a dieta dos países do Mediterrâneo, entre os quais está a Espanha, é apontada como saudável por causa da abundância de peixe fresco e frutas e legumes plenos de fibras e de baixas calorias. Inúmeros estudos já apontaram que uma dieta saudável pode reduzir o risco de doenças cardíacas e mesmo câncer.
Em um editorial que acompanha o estudo, o especialista Michael Leitzmann, da Universidade de Regensburg, na Alemanha, escreveu que "como conjunto, o mito de que comida frita geralmente é ruim para o coração não é confirmado pela evidência disponível".
"Mas isso não quer dizer que refeições frequentes compostas de frituras não terão consequências para a saúde. O estudo sugere que aspectos específicos das frituras fazem diferença, como o tipo de óleo usado e outros aspectos da dieta", avaliou.
A Fundação Britânica para o Coração atualmente recomenda aos indivíduos trocar óleos ricos em gordura saturada, como manteiga e óleos de origem animal e de palma por outros ricos em gordura não saturada, como azeite de oliva e óleo de girassol.
A especialista em dieta da entidade, Victoria Taylor, lembra que "independentemente do método de cozinha utilizado, o consumo de alimentos de alto valor calórico implica um alto consumo calórico, que pode levar a ganho de peso e obesidade, fatores para doenças cardíacas".
"Uma dieta equilibrada, com abundância de frutas e legumes e apenas uma pequena quantidade de alimentos ricos em gordura é melhor para a saúde do coração", afirmou.
Fonte: IG
sábado, 28 de janeiro de 2012
Coca Zero dá câncer? Veja o que dizem especialistas sobre textos que circulam na internet

“Coca Zero dá câncer”. Vez ou outra você recebe um spam com esse título. Há alguns anos, circula pela internet o boato de que o refrigerante teria sido proibido nos EUA e que apenas países "subdesenvolvidos", como o Brasil, continuariam a vender esse "veneno negro". Alguns desses textos são assinados por supostos médicos e são recheados de links. Você até pode deletar o e-mail, mas fica com uma pulga atrás da orelha: será que faz mal?
Se existe uma resposta simples para a questão, ela pode ser resumida da seguinte forma: não existe estudo que comprove a relação entre refrigerantes light, diet ou zero e a incidência de câncer em humanos. O que não significa que a bebida possa ser consumida como água.
O grande “vilão” associado à Coca Zero é o ciclamato de sódio, adoçante que foi proibido pelo FDA (Food and Drug Administration, órgão regulador de alimentos e remédios nos EUA), mas é aprovado no Brasil e em vários outros países. Mais de 50, segundo a Coca-Cola, que dispõe em seu site uma área só para esclarecer “boatos e mitos” sobre seus produtos ( veja em http://www.cocacolabrasil.com.br/boatos_mitos.asp?inicio=1).
A Coca Zero vendida nos EUA (sim, ela não foi banida por lá) possui outros tipos de adoçantes em sua fórmula (como é possível consultar, em inglês, no endereço http://www.virtualvender.coca-cola.com/ft/index.jsp).
No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já recebeu tantos questionamentos que também decidiu divulgar, em 2009, um informe técnico (http://www.anvisa.gov.br/alimentos/informes/40_020609.htm) sobre o assunto. O texto explica como e quando começou toda a polêmica: em meados de 1970, quando um estudo demonstrou que a ingestão crônica de ciclamato aumentava a incidência de tumores de bexiga em ratos, levando o FDA a proibir a substância.
Outras pesquisas não comprovaram o risco, mas os EUA até hoje mantêm a proibição (para os críticos, isso é reflexo do “lobby do aspartame”). Uma pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Câncer dos EUA, por exemplo, avaliou por 17 anos a ingestão por macacos de quantidades diárias (cinco vezes por semana) de ciclamato equivalentes às de 30 latas de refrigerante dietético. Nenhum dos animais contraiu câncer de bexiga, esclarece a Anvisa.
Em 1999, o ciclamato foi classificado pela Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (Iarc) como pertencente ao Grupo 3, isto é, não carcinogênico para humanos. Segundo a Iarc, “há evidência inadequada em animais de laboratório e em humanos para a carcinogenicidade de ciclamatos”.
Limites
O informe da Anvisa, no entanto, dedica muitas linhas aos valores de IDA (Ingestão Diária Aceitável). Descreve (para desespero dos hipocondríacos) que o ciclamato de sódio é transformado, no intestino, em cicloexilamina, derivado que pode apresentar efeitos adversos à saúde. A taxa de conversão varia de pessoa para pessoa e depende, entre outros fatores, da flora intestinal. Mais um motivo para que ninguém exceda os limites que, segundo os testes, são considerados seguros.
A última avaliação feita internacionalmente para o ciclamato estabeleceu a IDA em 11 mg/kg. Isso significa que um adulto de 70 kg pode consumir até 770 mg do adoçante por dia, o que equivale a 3 litros ou 8 latas.
Como ressalta Deise Baptista, professora do departamento de nutrição da Universidade Federal do Paraná, é difícil consumir tanto refrigerante. O problema é que o produto nem sempre é a única fonte de ciclamato da alimentação. Uma pessoa pode só tomar a bebida no almoço e no jantar, mas acaba excedendo o limite porque toma vários cafés com adoçante durante o dia e ainda consome algumas gelatinas diet.
A especialista, que também é chefe do departamento de nutrição da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), enfatiza que não há comprovação de que os adoçantes existentes no mercado causem câncer. Até porque é muito difícil analisar o consumo isolado na população que tem a doença. "As pessoas são expostas a radição, consomem corantes, cada uma tem uma condição...", explica.
Por tudo isso, o conselho para quem precisa consumir alimentos adoçados artificialmente é apostar na moderação. “A gente também recomenda alternar o tipo de adoçante, para evitar o efeito acumulativo”, acrescenta a professora.
Baptista lembra que muitos produtos diet, light ou zero, como os refrigerantes, contêm mais de um tipo de adoçante, estratégia adotada para se obter um sabor mais agradável. Cada 100 ml da Coca Zero brasileira, por exemplo, tem 27 mg de ciclamato de sódio, 15 mg de acesulfame de potássio e 12 mg de aspartame. Já a Coca Light Plus contém aspartame (24 mg) e acesulfame de potássio (13 mg).
Cada um dos adoçantes acima possui um índice de IDA (veja tabela aqui). E mesmo aqueles considerados mais seguros pelos especialistas, como a stévia e a sucralose, possuem limites que devem ser respeitados.
A professora ainda faz outro alerta: tanto o ciclamato quanto a sacarina contêm sódio e, portanto, devem ser consumidos por cuidado por quem sofre de pressão alta.
Aspartame
Na opinião do endocrinologista especializado em nutrologia Mohamad Barakat, o ciclamato ainda é melhor que o aspartame, substância que em estudos com animais também já foi associada a câncer e a doenças do sistema nervoso (você já deve ter recebido um spam sobre isso também). “Em altas temperaturas, o aspartame gera formaldeído, componente que prejudica a mielina, espécie de capa que protege os neurônios”, justifica o médico.
O limite de ingestão do aspartame, considerado seguro pelas autoridades, é de 40 mg/kg. Isso significa que uma pessoa com 60 kg pode consumir até 2.400 mg por dia, o que equivale, aproximadamente, a 4 litros de refrigerante adoçado apenas com essa substância. É bastante. Por isso, ao contrário de Barakat, Baptista garante que não há motivo para temer o aspartame. Contanto, é claro, que os limites sejam respeitados.
Fonte: UOL
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Treinos mais longos dão resultado mais rápido?
Em quem não é atleta, treinos longos podem causar estresse muscular e aumentar o risco de lesões. Saiba mais:
João Paulo Marques Dias, sócio proprietário e professor da Gaia Fitness + Sports Assessoria Esportiva, em São Paulo (SP):
Treinos de duas horas podem ser indicados para ganho de performance e maiores benefícios, mas em casos extremamente específicos e por períodos pequenos.
Esse tipo de estratégia geralmente é recomendada para atletas e indivíduos bem treinados (desde que orientados e monitorados por profissionais experientes). Mas em indivíduos pouco ou mediamente treinados, sessões tão longas de exercícios não terão efeito.
Nesses alunos, treinos muito extensos podem provocar uma queda significativa dos estoques de glicogênio no sangue e um grande stress muscular que, muitas vezes, junto com com exercícios mal executados, acarretam lesões graves tanto na musculatura quanto em tecidos passivos (ligamentos, tendões articulações).
De qualquer forma, se uma pessoa quiser fazer um treino longo, de quase duas horas, a recomendação é não apostar em atividades muito intensas e exercícios com bastante peso. Ou seja: pegue mais leve.
Para a maioria dos alunos, uma boa sessão de treino indicada pelo ACSM (American College of Sports Medice) deve conter exercícios aeróbicos, de resistência e flexibilidade, que durarão aproximadamente 1 hora e 15 minutos.
Mas, antes de iniciar as atividades físicas, não esqueça: procure um professor ou personal trainer e veja quais as características do treino mais importantes para você. Apenas esses profissionais podem avaliar todas as variáveis e adequá-las às suas atuais possibilidades para que possa atingir os seus objetivos.
Fonte: IG
sábado, 3 de dezembro de 2011
Níveis altos de açúcar no sangue podem acelerar envelhecimento

Manter uma dieta equilibrada não é importante apenas para a saúde e para manter o peso. De acordo com uma pesquisa da Unilever, taxas elevadas de açúcar no sangue podem acelerar o envelhecimento. Os dados são do jornal The Telegraph.
Os cientistas mediram os níveis de açúcar no sangue de 602 pessoas, enquanto um grupo de 60 avaliadores analisou duas fotografias do rosto dos participantes para supor suas idades. Pessoas saudáveis com baixa quantidade de açúcar normalmente pareciam um ano mais novas do que as com números elevados, e um ano e meio mais jovens que as diabéticas.
Constatou-se que cada milimol por litro adicional de açúcar no sangue, que em pacientes saudáveis varia entre 5 e 6 mmol/l, acrescenta cinco meses de envelhecimento em suas características faciais.
O incômodo estético pode ser causado por um acúmulo de açúcar que se une ao colágeno (proteína na pele que a mantém flexível) e é difícil para o organismo eliminá-lo. Outra possibilidade é que a glicose prejudica a produção de insulina, que se acredita desempenhar um papel central no envelhecimento.
Fonte: Terra
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Aprenda a preparar um suco verde anticelulite
Bebida precisa ser consumida em jejum. Veja outros alimentos que ajudam a eliminar as imperfeições
A celulite tem três causas principais: a genética, a inflamação do organismo e a retenção de líquido. Contra a primeira, ainda não é possível brigar. As outras duas têm uma importante arma já utilizada pelos dermatologistas e nutricionistas.
A alimentação pode ser vilã ou aliada dos “furinhos” que ganham ainda mais destaque no verão. Açúcares, farinha branca e fritura, em especial quando são transformados em pães, refrigerantes e doces, podem provocar o surgimento destas imperfeições corpóreas e ainda agravar os que já existem. Por outro lado, os alimentos que têm propriedades anti-inflamatórias e diuréticas são perfeitos tanto para evitar o surgimento da celulite como amenizar os danos.
Sabendo disso, a nutricionista Melissa Santos, do Centro Médico de Especialidades do Paraná, ensina a preparar um suco verde ideal para combater as celulites. Segundo ela, para potencializar os efeitos, é preciso ingerir em jejum. Além da receita, Melissa ainda elege os seis alimentos que devem ser reforçados na dieta de quem decidiu subir no ringue contra a celulite. É só conferir:
O suco:
Ingredientes:
2 folhas de couve orgânica;
1 lima da pérsia;
1 maracujá doce (com a membrana branca que cobre as sementes);
Modo de preparo:
Bate todos os ingredientes no liquidificador e tome em jejum. O suco ajuda na desintoxicação do corpo, e a substância crisina presente na parte branca do maracujá é diurética.
Outros alimentos anticelulite
Aveia é o único cereal que ajuda o corpo a produzir colágeno, uma importante substância para a saúde da pele
Sardinha: independentemente da forma de preparo, este peixe auxilia no processo antiinflamatório do organismo
Sementes de linhaça, em substituição aos pães, também ajudam o organismo a evitar as celulites
Crua ou refogada, a cebola – assim como o alho - é rica em propriedades anti-inflamatórias e ajudam a eliminar a celulite
A maçã é outra fruta que ajuda na busca da pele perfeita e pode substituir o maracujá no suco anticelulite
Abacaxi é outra fruta com propriedade diurética e que ajuda no combate à celulite
Fonte: IG
sábado, 19 de novembro de 2011
Conheça mitos e verdades sobre as plantas medicinais

Há diversas maneiras para manter o corpo imune, curar alguma doença e até combater a insônia. Mas muita gente prefere recorrer às plantas medicinais do que aos medicamentos tradicionais.
Essas plantas são usadas por diferentes povos há anos e a ciência contemporânea passou a estudar os seus efeitos em laboratórios, fazendo testes em enzimas ou células animais.
Muitos desacreditam nos efeitos e segundo Fernando da Costa, professor de farmacognosia da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, várias pessoas utilizam essas plantas baseadas apenas em indicações feitas por leigos. Por consequência, não chegam ao resultado desejado e, em alguns casos, sofrem efeitos colaterais.
Plantas medicinais, também chamadas de medicamentos fitoterápicos, passam pelos mesmos processos de desenvolvimento dos medicamentos químicos. "Há inúmeros estudos científicos que comprovam a eficácia delas no tratamento de enfermidades. Entretanto, há estudos que também comprovam que mesmo elas sendo eficazes, não são seguras", explica.
O pesquisador do Hebron, Jan Carlo Delorenzi, afirma que mais de 90% dos produtos no mercado farmacêutico teve sua origem em um produto natural. "O ácido acetil salicílico, usado clinicamente desde 1891, tem a sua origem no produto natural ácido salicílico, extraído de Salix alba, uma planta muito antiga."
De qualquer forma, os dois tipos de tratamentos medicinais andam lado a lado. As ervas são chamadas de tratamentos complementares ou tradicionais. No Brasil, por lei, os fitoterápicos são considerados medicamentos e pertencem à medicina convencional. "Todas as espécies consideradas medicinais possuem substâncias ativas que possuem os mesmos efeitos que aquelas presentes nos medicamentos industrializados. Portanto, podem aliviar sintomas ou curar enfermidades", explica Delorenzi.
Segundo o professor da Costa, a grande diferença entre as duas é que não existe controle da presença e da quantidade de princípios ativos nas ervas.
Cuidados na hora de usar
A idade, o peso e o metabolismo de cada usuário devem ser considerados antes do tratamento. Todas as plantas são potenciamnete tóxicas e venenosas. "Um problema bastante sério é a substituição de um tipo de planta por uma outra bastante similar, mas que possui componentes altamente tóxicos, podendo levar o usuário a quadros graves de intoxicação", explica da Costa.
Todo medicamente possui contra indicação. Um exemplo é a escopolamina usada pelas mulheres para combater cólicas menstruais. "É um alucinógeno fortíssimo. A concentração desta substância no medicamento que alivia cólicas é muito pequena, se comparada na encontrada na planta. Então, uma mesma planta que pode ser benéfica, também pode trazer malefícios", conta Delorenzi.
Apesar de serem "naturais", elas possuem substâncias que interferem quimicamente no organismo humano. Segundo o pesquisador, medicamentos feito com elas seguem o mesmo principio e rigor científico que os medicamentos químicos sintéticos. Essa afirmação quebra a regra criada por alguns adpetos ao tratamento fitoterápico, que dizem que as pessoas que evitam medicamentos convencionais têm uma maior expectativa de vida.
Recomenda-se que as pessoas interessadas no uso de plantas medicinais procurem profissionais da saúde, como médicos e farmacêuticos. "Uma outra alternativa segura é procurar utilizar medicamentos fitoterápicos registrados pela ANVISA, porém sempre com a indicação feita por médicos", alerta da Costa.
Fátima M Motter Magri, pesquisadora da área de Produtos Naturais do Mackenzie, explicou para o que servem algumas das mais famosas ervas medicinais. Eucalipto, Eucaliptus citriodora: é fluidificante e anti-séptico. É muito usado no tratamento de afecções respiratórias como asma, bronquite, faringite, gripes e resfriados
Abacateiro, Persea gratíssi
ma: tem ação diurética e antiflatulenta, além de prevenir a queda de cabelo, e ser anticaspa
Ginseng, Panax ginseng: é um dos mais usados do mundo. Dizem ele que melhora a imunidade do sistema contra do
enças. Segundo Fátima, deve ser usado contra infecções e estresse, nervosismo, euforia, diarréia matinal. É contra indicado na gravidez, nos diabéticos e hipertensos
Alecrim, Rosmarinus officinalis: apesar de ser popularmente utilizado para afastar os maus sonhos, o alecrim é um estimulante estomacal, combate os gases intestinais e as cólicas. Além disso, é anti-séptica e aumenta a transpiração. É geralmente usada em casos de falta de apetite, nervosismo, problema
s digestivos e bronquites. Se
usada externamente, combate o reumatismo
Alfazema, Lavandula officinalis: dizem que a alfazema amadurece o lado emootivo da pessoa, mas na verdade serve como um calmante e é digestiva. Também combate as cólicas, indigestão, fermentação e gases intestinais
Arnica, Arnica Montana: anti-inflamatório de uso tópico. Ou seja, é somente uso externo e não pode ser usada em cortes e feridas
Arruda, Ruta graveolens: é muitas vezes usada no tratamento de varizes. Também ajuda a aumentar o fluxo menstrual e é proibida para mulheres grávidas
Camomila, Matricaria chamomilla: anti-inflamatória, antibacteriana, antifúngica, previne espasmos no estômago, facilita a digestão e diminuem a tensão. É usada no tratamento de transtornos digestivos, afecções cutâneas, congestionamentos e inflamações oculares
Canela em casca, Cinnamomum zeylanicum: as pessoas consideram a canela afrodisíaca, mas segundo Fátima, é antiespasmódica, antimicrobiana, antidiarreica, inibe os gases intestinais. Também é usada no tratamento de flatulência, anorexia, cólicas e diarréia. Além disso, é aromatizante natural, mas pode provocar alergias em indivíduos hipersensíveis. Contra indicado durante a gravidez
Jasmim, Jasminum officinalis: as pessoas consideram essa erva como estimulante do chacra sexual, mas segundo a médica, é tônico, refrescante e emenagogo. O óleo pode ser usado como antidepressivo
Manjericão, Ocimum basilicum: o manjericão é um conservante natural, digestivo e antissético
Maracujá, Passiflora Alata: o uso tradicional atribui ao maracujá propriedades sedativas, relaxando os músculos e diminuindo a ansiedade e tensão. Também serve para o tratamento de insônia e trastornos nervosos
Absinto, Artemisia absinthum: a Losna, ou Absinto, ajuda no aumento da secreção de bílis, Usada como analgésico e narcótico. Pode auxiliar no controle da dor e ansiedade. Em doses elevadas pode ser narcótico
Ginkgo, Ginkgo biloba: reforça da resistência capilar, reduz a tontura e refresca a memória e diminui zumbidos no ouvido. É indicado em casos de insuficiência cerebral em idosos
Alcachofra, Cynara scolymus: combate ácido úrico, tem ação colerética ou seja, estimula a secreção da bile e a sua produção hepática. Também é um pouco diurética e é usada no tratamento da obesidade, quando ocorrer simultaneamente uma diminuição da secreção biliar. O seu uso é contra-indicado em pacientes com obstrução das vias biliares, hepatite e durante a amamentação porque diminui a secreção do leite
Erva doce, Pimpinella anisus: é expectorante usada no tratamento de secreção brônquica, coqueluche, cólica flatulenta e transtornos digestivos. Além disso, é muito utilizada como aromatizante. É contra-indicada durante a gravidez
Guaco, Mikania guaco: o guaco é usado no tratamento de bronquites, tosses, como expectorante e outras afecções respiratórias. Pode ser eficaz também para úlcera
Guaraná, Paullinia cupana: todo mundo sabe que o guaraná é estimulante e dá energias ao organismo
Hibisco, Hibiscus sabdarifa: essa flor tem efeito laxante e sem cólicas, e melhora a digestão. O sabor semelhante ao morango
Boldo, Peumus boldus: o boldo estimula a função hepática e da vesícula biliar. Ele também estimula a digestão e auxilia na diminuição dos níveis de colesterol
Fonte: Terra
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Aprenda a beliscar

Se você é do tipo que adora beliscar, os irresistíveis lanchinhos entre as refeições podem significar alguns – às vezes muitos – quilos a mais ao longo do ano, especialmente para quem é sedentário e não abre mão de um petisco rico em açúcar e gordura.
Mas é possível beliscar certo escolhendo alimentos ricos em nutrientes, como grãos, frutas, vegetais, laticínios e proteínas. Os lanchinhos dão mais energia entre as refeições e podem fornecer vitaminas e minerais essenciais ao organismo.
Segundo a American Dietetic Association, entidade norte-americana que congrega profissionais de nutrição e nutrologia, há lugar para lanches dentro do plano de alimentação saudável. Basta escolher com sabedoria.
Confira algumas dicas para aprender a beliscar certo:
1. Pense em lanches como mini-refeições que contribuam com alimentos ricos em nutrientes. Você pode ajustar as calorias do lanche à sua rotina alimentar sem exceder o total diário de calorias consumidas durante o dia.
2. Lanche somente quando estiver com fome. Fuja da vontade de mastigar algo quando estiver entediado, frustrado ou estressado. Alimenta o desejo de fazer algo passeando com o cão ou trabalhando no jardim
3. Controle sempre o tamanho das porções. Coma apenas um potinho de iogurte ou coloque uma pequena porção de nozes em uma tigela. Comer diretamente do pacote pode levar a excessos
4. Planeje os lanches. Mantenha uma variedade de alimentos nutritivos e fáceis de levar na bolsa ou na mochila, como bolachas integrais ou porções individuais de queijo com baixo teor de gordura
Veja algumas sugestões de lanchinhos rápidos com até 200 calorias:
• Espalhe uma colher de chá de geléia sobre meia maçã cortada em pedaços
• Uma xícara de sopa de tomate com cinco bolachas integrais
• Três xícaras de pipoca polvilhada com três colheres de chá de queijo parmesão ralado
• Lanche tricolor vegetariano: 6 cenouras baby, 10 ervilhas (ou tiras de pimentão verde), 6 tomates-cereja e 2 colheres de sopa de molho para salada com baixo teor de gordura
• Uma batata assada pequena coberta com queijo de baixo teor de gordura
• Seis biscoitos de trigo integral e uma fatia de ricota
• Smoothie de frutas: bata no liquidificador 1 xícara de leite sem gordura, ½ xícara de morangos congelados e ½ banana
• Salada rápida: 2 xícaras de folhas verdes misturadas com ½ xícara de mexirica picada, 1 colher de sopa de amêndoas fatiadas e 2 colheres de sopa de molho com baixo teor de gordura
• Minissanduíche: wrap integral recheado com 1 fatia de peito de peru, 1 fatia de queijo com baixo teor de gordura e mostarda
• Chocolate quente feito com leite desnatado e um biscoito de aveia pequeno
• Banana split: banana cortada longitudinalmente coberta com ½ copo de frozen iogurte e uma colher de sopa de nozes picada
Fonte: IG
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Aprenda a escolher a castanha que mais faz bem à sua saúde

Por ter uma grande variedade de formas e sabores, as castanhas são consideradas petiscos práticos e saborosos. O jornal britânico Daily Mail fez uma seleção de quais castanhas escolher de acordo com os benefícios que trazem à saúde.
Baixar o colesterol: nozes
Um estudo envolvendo 365 pessoas constatou que aqueles que consomem 30g diárias de castanhas conseguem reduzir até 0,3 pontos no colesterol total em um mês.
Cansaço: castanha de caju
Contêm duas vezes mais concentração de ferro do que um bife, ajudando a carregar oxigênio pelas células do sangue, melhorando o cansaço e a concentração.
Combater gripes e resfriados: pecans
Cinco pecans contêm cerca de 1/6 da dose diária recomendada de zinco, que é essencial para o funcionamento das células de defesa do sangue, que brigam contra vírus e bactérias.
Perda de peso: amendoins
As gorduras, fibras e proteínas ajudam na sensação prolongada de saciedade, levando a consumir menos guloseimas. Pesquisadores da Universidade de Harvard descobriram que dietas moderadas em gordura que incluem amendoim e manteiga de amendoim são fáceis de perder peso do que aquelas que não têm essa castanha.
Abaixar a pressão arterial: pistaches
Duas porções que cabem na palma da mão contêm mais potássio do que uma banana e quando constituindo parte de uma dieta saudável, ajuda a controlar a hipertensão.
Prevenir câncer: castanha-do-pará
Fonte de selênio, ajuda a proteger as células, reduzindo o risco de desenvolver certos tipos de câncer como de bexiga e próstata. Duas castanhas-do-pará por dia fornecem mais selênio do que a necessidade diária.
Lidar com diabetes: amêndoas
Rica em fibras e sem carboidratos, as amêndoas reduzem o índice glicêmico da refeição da qual fazem parte e ainda têm magnésio para regular o açúcar no sangue.
Saúde como um todo: avelãs
Rica em gorduras monossaturadas, que são amigas do coração, é uma fonte natural de vitamina E, que protege as células. Ainda contêm fibra, cálcio, magnésio, zinco, ácido fólico e biotina, tornando-se um alimento saudável.
Fonte: Terra
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Anvisa divulga alerta a médicos após estudo associar pílulas a risco de trombose
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) solicita que os profissionais de saúde notifiquem à instituição eventuais reações adversas graves em mulheres que tomam anticoncepcional contendo o hormônio drospirenona, mesmo que as reações estejam descritas em bula. As pílulas com a substância são conhecidas no mercado brasileiro pelas marcas Yaz e Yasmin.
As notificações devem ser feitas pelo sistema Notivisa, disponível no site da Anvisa. Esse acompanhamento mais atento se deve à publicação de estudos recentes no British Medical Journal e no site da agência norte-americana para medicamentos e alimentos, o FDA (Food and Drugs Administration).
O estudo divulgado pelo FDA nesta quarta-feira sugere um risco aumentado de formação de coágulos sanguíneos, de trombose venosa e tromboembolia pulmonar. Dois artigos publicados no British Medical Journal (BMJ) levantaram a mesma questão.
Em observação
A Anvisa informa aos profissionais de saúde e pacientes que ainda não concluiu parecer definitivo sobre os medicamentos, mas permanece acompanhando o assunto.
No momento a posição da Anvisa é favorável ao uso, desde que utilizados sob supervisão médica e de acordo com as orientações contidas na bula.
Estudos publicados anteriormente, em 2007 e 2009, também abordaram o risco de coágulos sanguíneos em mulheres que usam pílulas anticoncepcionais contendo drospirenona. Entretanto, esses estudos tiveram resultados conflitantes.
Fonte: UOL
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
AVC mata um a cada 6 segundos; saiba prevenir

A cada seis segundos uma pessoa morre em consequência de Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, uma doença que pode ser prevenida com hábitos de vida saudáveis, lembra a Sociedade de Cardiologia Europeia no Dia Mundial de combate ao AVC neste sábado.
"Um em cada seis" é o lema do dia convocado pela Organização Mundial da doença (World Stroke Organization, WSO na sigla em inglês), em uma dupla alusão ao fato de que uma em cada seis pessoas sofrerá um derrame cerebral na vida e à morte a cada seis segundos de um indivíduo por esta causa.
O AVC mata mais por ano do que a Aids, a malária e a tuberculose juntas, e é a segunda razão de morte em pessoas maiores de 60 anos e a quinta na faixa entre 15 e 59 anos.
As previsões indicam que a incidência de AVC seguirá crescendo, assim como as doenças coronárias e o câncer, e passará dos 6 milhões de casos anuais em 2010 para quase 8 milhões ao ano até 2030.
"Se identificados e modificados os fatores de risco há possibilidades de reduzir a incidência e a taxa de mortalidade deste mal devastador", chama a atenção o professor holandês Freek Verheugt, do hospital Onze Lieve Vrouwe Gasthuis de Amsterdã, em nota da Sociedade de Cardiologia Europeia.
Para prevenir um AVC, a WSO recomenda conhecer os fatores pessoais de risco como pressão alta, diabetes e colesterol, além fazer exercícios, combater a obesidade com dieta saudável, limitar o consumo de álcool, parar de fumar, assim como aprender a reconhecer os sinais de aviso de um derrame.
Os sintomas são: adormecimento repentino, especialmente de um lado do corpo; dificuldade para falar ou enxergar; perda de equilíbrio ou vertigem e forte enxaqueca sem causa aparente.
Segundo Verheugt, qualquer destes sintomas deve ser levado muito a sério, já que "o AVC é uma urgência médica e todo minuto ganho pode fazer diferença para a sobrevivência". "Uma perda de tempo é uma perda de função cerebral", alerta o especialista.
O derrame ocorre quando uma artéria que leva oxigênio ao cérebro é obstruída por um coágulo de sangue (derrame isquêmico) ou se rompe (derrame hemorrágico). Privadas de oxigênio e nutrientes, as células cerebrais morrem e a gravidade do AVC depende da extensão e da localização do dano produzido.
Segundo relatório publicado em 2010 com dados de 22 países, os principais fatores de risco individuais são a hipertensão (35%), a relação entre a circunferência do quadril e da cintura (26,5%) e o fumo (19%).
Verheugt ressaltou o risco para as pessoas com ritmo cardíaco irregular. A essas recomendou procurar o médico, já que os anticoagulantes podem reduzir a probabilidade de um derrame em até 70%.
Fonte: Terra
sábado, 10 de setembro de 2011
Correr de costas treina o cérebro e protege as articulações
A atividade existe – inclusive são realizadas competições do gênero no mundo todo – e leva o nome de marcha reversiva (MR), prometendo benefícios como melhora da capacidade física e manutenção da saúde. Esse tipo de corrida começou a ser praticado na China como filosofia, mas foi nos Estados Unidos que ganhou status de esporte.
“Experimente reconstruir sua maneira de ver o mundo: nós não andamos para trás e sim andamos para frente, de costas”, defende o professor de educação física e fisiologista do exercício Pablo Galletto, especialista em MR no Brasil.
Segundo ele, a atividade usa procedimentos para quebrar padrões psíquicos e corporais. “A marcha reversiva propicia novos estímulos, faz uma 'bagunça cerebral', forçando todas as estruturas a se reorganizarem e evoluírem”, diz Galletto.
Com essa “revolução no cérebro”, ocorre melhora de psicomotricidade, propriocepção, ritmo, consciência espacial, lateralidade, equilíbrio e coordenação, entre outras coisas.
“Essas qualidades também podem impulsionar o indivíduo a ter uma visão diferente do ambiente, de seu próprio corpo e de suas possibilidades”.
Por ser uma atividade aeróbica, ainda ajuda na melhora da capacidade cardiopulmonar, aumenta o condicionamento e a queima calórica.
“Uma recente pesquisa apresentada no congresso anual do Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM) testou a MR na recuperação de lesões de joelhos. O trabalho mostrou que aqueles que utilizavam bicicletas ergométricas e aparelho elíptico (também chamado transport) pedalando para trás alcançavam melhores condições cardiovasculares e recuperação mais rápida de lesões, quando comparados a indivíduos que faziam o movimento normal, para frente”, conta Galletto.
Assim como qualquer outra atividade física, a marcha reversiva requer orientação de um profissional. O ideal é fazer um treinamento individualizado, com três sessões semanais de cerca de 40 minutos cada. Para quem quer se iniciar na prática, Galletto recomenda o seguinte esquema:
1ª e 2ª semanas
- Três treinos por semana, de 40 minutos cada, em dias alternados
- Antes de começar, alongue membros inferiores, costas, ombro e pescoço
- Faça exercícios educativos: caminhe e saltite lateralmente; ande elevando o joelho na altura do quadril; ande nas pontas dos pés e nos calcanhares
- Intercale 5 minutos de corrida leve com 1 a 2 minutos de marcha reversiva (MR), tomando cuidado para não cair na hora da inversão
- Finalize com alongamento
3ª e 4ª semanas
- Três treinos por semana, de 40 minutos cada, em dias alternados
- Antes de começar, alongue membros inferiores, costas, ombro e pescoço
- Faça exercícios educativos: caminhe e saltite lateralmente; ande elevando o joelho na altura do quadril; ande nas pontas dos pés e nos calcanhares
- Vá evoluindo de acordo com adaptação do corpo, intercalando 5 minutos de corrida leve com 3 minutos de MR; 5 minutos de corrida leve com 4 minutos de MR; até chegar a 5 minutos de corrida leve com 5 minutos de MR
- Finalize com alongamento
Segurança
A falta de coordenação motora é uma das principais dificuldades que o corredor enfrenta no início. E vale ressaltar que a MR é vetada para pessoas que tenham labirintite, hérnia ou protrusão de disco ou qualquer outra patologia que impeça a atividade física.
Conheça outras modalidades diferentes:
Para a prática segura, já que você estará de costas, é preciso atenção. “Pratique em um local com bom calçamento. Ou na academia, utilizando a esteira e o elíptico, fazendo, por exemplo, três minutos para frente e um para trás”, aconselha Mauro Guiseline, professor da Faculdade de Educação Física da Uni-FMU e diretor técnico da Academia Runner.
“A modalidade traz benefícios musculares, acionando os músculos da parte de trás das pernas e fortalecendo os músculos da coxa, minimizando também o impacto nos joelhos. E ainda melhora equilíbrio e coordenação”, reforça Guiseline.
O treinador Pablo Galletto, que descobriu os benefícios da MR aos 16 anos, durante a reabilitação de um acidente de bicicleta, especializou-se na modalidade e agora faz mestrado em neuropsicologia para estudar melhor as reações da marcha reversiva em portadores de Doença de Alzheimer.
Fonte: Saúde IG
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Quem tem hábito de comer no cinema come até pipoca estragada

Comer pipoca no cinema pode ser mais do que apenas uma atividade social ou um prazer. De acordo com uma pesquisa da universidade de Southern California, quem associa um lugar com uma comida, como cinema e pipoca, tende a comer mesmo que o alimento não esteja próprio para o consumo. As informações são do Daily Mail.
Pesquisadores realizaram um teste levando pessoas ao cinema e entregando a elas sacos de pipoca fresquinha ou estragadas, sem indicar qual era o tipo. Quem não tinha costume de comer pipoca no cinema evitou as estragadas, mas quem tinha esse hábito comeu as pipocas novas e as velhas.
A pesquisadora Wendy Wood explicou ao site que isso indica que um hábito alimentar pode diminuir a percepção de gosto de um alimento, não importando se ele é bom o ruim. David Neal, também autor da pesquisa, diz que ao associar uma comida a um determinado ambiente nosso cérebro nos faz comer aquele alimento todas as vezes em que as características daquele ambiente forem apresentadas. Isso poderia explicar por que algumas pessoas não conseguem parar de comer.
Em outro estudo, os pesquisadores pediram para que os voluntários comessem com a mão não-dominante. Isso fez com que prestassem mais atenção ao que levavam à boca, e evitaram as pipocas velhas.
Wendy sugere que, para quem não consegue comer menos, uma dica é tentar comer com a outra mão, já que muitas vezes é difícil evitar os locais associados a certas comidas - e que podem ativar o cérebro a querer que você coma.
Fonte: Saúde Terra
O que é AVC?

Sinônimos: derrame, acidente vascular cerebral
O acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada.
Tipos de AVC
- Isquêmico: entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro
- Hemorrágico: rompimento do vaso provocando sangramento no cérebro.
Sintomas
- Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um lado do corpo
- Alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo
- Perda súbita de visão num olho ou nos dois olhos
- Alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular, expressar ou para compreender a linguagem
- Dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente
- Instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.
Tratamento
O tratamento e a reabilitação da pessoa vitimada por um AVC dependerá sempre das particularidades que envolvam cada caso. Há recursos terapêuticos que podem auxiliar na restauração das funções afetadas. Para que o paciente possa ter uma melhor recuperação e qualidade de vida, é fundamental que ele seja analisado e tratado por uma equipe multidisciplinar de profissionais da saúde, fisioterapeutas, médicos, psicólogos e demais profissionais. Seja qual for o tipo do acidente, as consequências são bastante danosas. Além de estar entre as principais causas de morte mundiais, o AVC é uma das patologias que mais incapacitam para a realização das atividades cotidianas.
Conforme a região cerebral atingida, bem como de acordo com a extensão das lesões, o AVC pode oscilar entre dois opostos. Os de menor intensidade praticamente não deixam sequelas. Os mais graves, todavia, podem levar as pessoas à morte ou a um estado de absoluta dependência, sem condições, por vezes, de nem mesmo sair da cama.
A pessoa pode sofrer diversas complicações, como alterações comportamentais e cognitivas, dificuldades na fala, dificuldade para se alimentar, constipação intestinal, epilepsia vascular, depressão e outras implicações decorrentes da imobilidade e pelo acometimento muscular. Um dos fatores determinantes para os tipos de consequências provocadas é o tempo decorrido entre o início do AVC e o recebimento do tratamento necessário. Para que o risco de sequelas seja significativamente reduzido, o correto é que a vítima seja levada imediatamente ao hospital.
Os danos são consideravelmente maiores quando o atendimento demora mais de 3 horas para ser iniciado.
Prevenção
Muitos fatores de risco contribuem para o seu aparecimento. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, podem ser diagnosticados e tratados, tais como a hipertensão arterial (pressão alta), a diabetes mellitus, as doenças cardíacas, a enxaqueca, o uso de anticoncepcionais hormonais, a ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo, o sedentarismo (falta de atividades físicas) e a obesidade. A adequação dos hábitos de vida diária é primordial para a prevenção do AVC.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Medicamento para tratar diabetes é contraindicado para emagrecer
Sem suar a camisa e sem equilibrar a dieta não há como perder peso de forma saudável. Essa é a premissa básica das sociedades médicas internacionais. Mas sempre há quem queira pegar um atalho e emagrecer com fórmulas mágicas.
A “poção” da vez atende pelo nome de liraglutida (cujo nome comercial é Victoza), um medicamento para o tratamento do diabetes tipo 2, que virou objeto de desejo para quem sonha perder quatro, seis, oito, 10 quilos sem fazer força.
Vale esclarecer que a droga usada para o tratamento do diabetes tipo 2 é eficiente. Funciona assim: no paciente diabético, a insulina produzida pelas células do pâncreas não é suficiente ou não age de modo adequado no organismo, provocando o aumento da quantidade de açúcar no sangue.
O remédio, além de auxiliar o controle glicêmico, proporciona outros benefícios combinados como perda de peso, redução na pressão arterial sistólica e melhora da função das células beta, responsáveis por sintetizar e secretar a insulina.
A liraglutida promove a perda de peso (média de 3 kg ao mês) pelo fato de retardar o esvaziamento gástrico e aumentar a sensação de saciedade após as refeições.
“Liraglutida é um análogo de GLP-1, hormônio natural produzido pelo intestino que colabora para o metabolismo normal da glicose como outros hormônios pancreáticos e gastrointestinais como a insulina, o glucagon, a amilina. O medicamento, indicado na bula para pacientes diabéticos do tipo 2, age no pâncreas estimulando a liberação de insulina apenas quando os níveis de açúcar no sangue estão altos”, explica Marcelo Freire, diretor médico do laboratório Novo Nordisk, que produz o Victoza.
Aplicada uma vez ao dia, por meio de uma caneta de injeção subcutânea, no horário mais conveniente para o paciente, proporciona comodidade ao paciente diabético, estimulando a adesão ao tratamento.
“O que não pode acontecer é a banalização do uso do medicamento. Não faz sentido prescrever a liraglutida com a finalidade de emagrecimento rápido. Vai contra tudo o que sempre pregamos, que é a manutenção da saúde por meio de atividade física regular e alimentação balanceada”, adverte o endocrinologista e médico do esporte Ronaldo Arkader, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo.
“Todo tratamento visando perda de peso envolve dieta e exercícios. Trabalhamos a adesão a hábitos saudáveis. Qualquer coisa além disso é acessório. Milagres não existem”, reforça o endocrinologista Ricardo Meirelles, presidente da Comissão de Comunicação Social na Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
Os especialistas advertem que todo remédio pode apresentar efeitos colaterais, mesmo para pacientes aos quais ele é indicado. Entre as reações que o liraglutida pode provocar, Arkader cita prisão de ventre, hipoglicemia, cefaleia, tontura, infecção do trato aéreo respiratório (rinite, sinusite), infecção do trato urinário, dor n
as costas, dor de estômago e inchaço ou vermelhidão no local da injeção.
Para perda de peso com finalidade estética – aqueles dois ou quatro incômodos quilinhos – a liraglutida é contraindicada. Mas há pesquisas em andamento com pacientes obesos (com IMC acima de 30) e não diabéticos.
“Esses estudos multicêntricos já foram citados pelo Lancet e Internacional Journal of Obesity, porém ainda não existe uma autorização para o uso do medicamento para emagrecimento. Ao final desses trabalhos, vamos avaliar os resultados, analisar os ricos e benefícios, e submetê-los às agências regulatórias do mundo todo”, diz Freire.
Fonte: Saúde IGquarta-feira, 7 de setembro de 2011
Confira dicas para não sentir dor em cima do salto
Grande parte das mulheres adeptas do salto alto afirma sentir dores durante o uso desse tipo de calçado. Além das dores momentâneas, problemas nos pés, pernas e coluna começam a aparecer em longo prazo. A dra. Cíntia K. Bittar, especialista em cirurgia do pé e tornozelo do Instituto Wilson Mello, de Campinas, diz que se utilizados diariamente podem causar deformidades como calosidades, joanetes (hálux valgo), dedos em garra, unhas encravadas, síndromes compressivas (neuroma de Morton), inflamações dos tendões fraturas, dores nos joelhos e coluna, entre outros.
"Como se vê este tipo de calçado causa uma lista de problemas, devido uma sobrecarga na região anterior do pé e de um desequilíbrio do sistema neuromuscular do membro inferior", explica. Quando estes problemas estão instalados há duas possibilidades de tratamento: o conservador (não operatório) e o cirúrgico.
No caso da calosidade, se optar pelo método conservador, Mônica Santana, podóloga da rede Doctor Feet, diz que não há como diminuir o problema, mas sim como aliviar as dores. "Faço o desbastamento dos calos, lixo e elimino os resíduos, mas sempre indico que ela use protetores de silicone para aliviar a região", afirma.
Contudo, não há motivos para deixar o poder do salto de lado. Se você quer continuar em cima dele, clique na aba acima e confira algumas dicas de como prevenir a dor e usar seus sapatos conscientemente.
Para escolher sapatos realmente confortáveis, eles devem ser comprados de preferência no fim do dia, pois ao longo dele, os pés costumam inchar
Experimentar os dois pés do calçado antes de adquiri-lo e também verificar se há um espaço de sobra de 0,5 a um centímetro da ponta ao fim do calcanhar
Nos dias em que irá fazer longas caminhadas, dar preferência aos tênis do tipo "corrida"
Fazer diariamente alongamento para as musculaturas da panturrilha e do pé ajuda a relaxar as regiões e evita o encurtamento
Evite meias de tecido sintético. Elas podem ajudar na proliferação de micoses entre os dedos e ressecamento da pele
Quando for ficar parada, o truque é colocar um pé na frente do outro
Utilize palmilhas e protetores de silicone para proteger os pés
Caso a dor persista, procurar um especialista. Prevenir é cuidar
Fonte: Saúde Terra
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Tire suas dúvidas sobre os anticoncepcionais
Mesmo depois de 50 anos do surgimento da primeira pílula anticoncepcional, o método contraceptivo ainda causa confusão na cabeça das mulheres. Dúvidas relacionadas à sexualidade, peso, cabelo, pele e acne estão entre os principais mitos e incompreensões sobre o uso do contraceptivo.
Apesar dos vários mitos, a pílula ainda se mostra a “grande parceira” da mulher moderna tanto que a grande maioria quando adota sua pílula, sob orientação do ginecologista, não quer largar mais. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e pelo IBOPE, com apoio da Janssen-Cilag Farmacêutica, que revelou que 85% das mulheres estão satisfeitas com sua pílula e 70% não tem intenção de trocar de método.
O ginecologista Gerson Lopes, da FEBRASGO, desmitifica as principais dúvidas:
- 72% das mulheres acreditam que a pílula aumenta o peso.
Os primeiros medicamentos tinham elevadas taxas de hormônio. Atualmente essas quantidades são reduzidas. Além disso, não há estudos científicos que mostrem aumento significativo de peso com o uso da pílula.
(O que a pílula pode fazer é reter líquidos ou, até mesmo, aumentar o apetite)
- Para 62% das mulheres, a pílula não altera ou aumenta as lesões no rosto.
Uma das causas do aparecimento da acne é a variação dos níveis de hormônios masculinos presentes no organismo feminino. Algumas pílulas reduzem essas hormônios do sexo oposto.
(Alguns anticoncepcionais são utilizados para o tratamento da acne)
- 80% das entrevistadas afirmarem que o anticoncepcional não melhora ou não influencia a oleosidade do cabelo.
Estudos mostram que alguns tipos de pílula diminuem a oleosidade capilar.
- Para 72% das entrevistadas, a pílula não tem influência no desejo sexual.
Estudos mostram que alguns tipos de pílula favorecem a libido, enquanto outros diminuem o desejo sexual.
- 68% das mulheres acreditam que a pílula anticoncepcional diminui ou não altera a TPM ou Síndrome Pré-Menstrual.
A pílula é eficaz em impedir a ovulação, e alguns medicamentos diminuem a retenção de líquido, que são eficazes na prevenção da Tensão Pré-Menstrual.
Fonte: Yahoo
(Em caso de dúvidas mande um e-mail para efeitosaude@yahoo.com.br)






